O que significa integrar um sistema legado

Integrar é conectar o sistema antigo a outras plataformas para que os dados circulem sem digitação dupla, exportações ou planilhas. Essa conexão costuma ser feita por API, que é uma porta de comunicação entre sistemas, por web services, por troca de arquivos ou pelo banco de dados, conforme o que o sistema permite.

Uma integração confiável não é só ligar um sistema no outro. Ela precisa de validação dos dados, tratamento de erro, registro do que aconteceu (logs) e regras claras para quando um dos lados estiver fora do ar.

Quando integrar faz sentido

Nesses casos, integrar resolve a dor mais urgente sem mexer no que funciona.

Quando migrar faz sentido

Se o sistema já mostra esses sinais, vale entender o que é um sistema legado e quando vale migrar antes de investir em novas integrações nele.

Integrar ou migrar: comparação

Na prática, a decisão costuma ser tomada por partes do sistema: algumas rotinas continuam no legado e são integradas, outras são migradas primeiro porque são as que mais limitam a empresa.

O caminho do meio: integrar agora, migrar por partes

Integrar e migrar não são opções excludentes. Uma integração bem feita cria uma camada entre o sistema antigo e os sistemas novos. Depois, partes do legado podem ser substituídas uma a uma, sem mudar a forma como os outros sistemas recebem os dados. É a virada por partes descrita em como migrar um sistema legado sem parar a operação.

Nesse caminho, três cuidados fazem diferença:

Como a RTX ajuda

Antes de recomendar um caminho, a RTX mapeia os sistemas, os dados trocados, as regras e os pontos de falha atuais.

A RTX faz a integração de sistemas, ERPs, CRMs, APIs e bancos de dados, inclusive com sistemas que já estão em produção, com validação, tratamento de erro e logs. Quando a troca é o melhor caminho, a migração de sistemas legados é feita por etapas, com conferência dos dados e plano de reversão.

Conheça o serviço: Integração de sistemas