Como funciona

Em muitas empresas, alguém abre cada e-mail, baixa o anexo, lê o documento e digita os dados no ERP. Além de tomar tempo da equipe, a digitação manual abre espaço para erro de valor, de código e para lançamentos em duplicidade. Com a IA, o fluxo fica assim:

Documentos que são bons candidatos

Quanto maior o volume e mais variados os formatos, maior o ganho em relação à digitação manual.

Quando a IA não é necessária

Se o documento já chega em um arquivo estruturado, como o XML da nota fiscal eletrônica, a leitura direta do arquivo é mais simples e previsível do que usar IA. A IA vale a pena quando o conteúdo vem em PDF, imagem ou texto livre, em que cada remetente usa um formato.

Essa é a mesma lógica de escolher entre IA ou automação tradicional em cada etapa do processo.

Conferência antes de gravar

A leitura com IA só é segura quando os dados são conferidos antes de entrar no ERP. As verificações mais comuns:

Quando algo não confere, o lançamento não é feito: a divergência vai para a equipe, que vê o documento original e os dados extraídos lado a lado.

Cuidados

Com esses cuidados, a equipe deixa de digitar documento por documento e passa a conferir apenas o que fugiu do padrão.

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